sexta-feira, 16 de julho de 2010

Mister GummyBear tornou-se essencial na minha vida,

nem que seja para controlar a máquina da edição do Monopoly Bolsa.

Eu não percebo nada dos 15009389038 botões e acções, picos e bolsa para mim são chinês.
Ai tradicional, para onde foste tu?

(é uma coisa confusa deste género o.O)

quinta-feira, 15 de julho de 2010

É possível?

Hoje deixo-vos uma excelente banda, um óptimo vocalista, uma grande música e uma acção de inspiradora consciencialização. Tudo num só videoclip.

É possível? É.
Porquê? Porque são os Pearl Jam.



Ah! E já agora, nem sei o que devo dizer quanto à ideia de inserir o "mudasti" no dicionário. Sinceramente, é a coisa mais ridícula de sempre. Mas há doidos para tudo. Já não me chegava o acordo ortográfico!

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Hoje descobri,

que detesto ver gajas com que não posso nem por nada com uma semelhança à minha pessoa. Mas é que nem a cor do verniz carago.

É mau, mas é o que eu sinto.
(coisas de gaja).

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Reflexões de Férias

É bom chatear-me com o Mister GummyBear, se for para ouvir
- Não estejas assim comigo, por favor. Juro que se não ficamos bem, vou atrás de ti até... (acreditem, estava longe).
E eu sei que ia. Isso é o melhor.

É bom acordar e saltar directamente da cama para a piscina. Acreditem, não há melhor acordar.

Calor a mais também chateia!

O meu cérebro também está de férias.


quinta-feira, 1 de julho de 2010

Uma das coisas que aprendemos na faculdade,

é que a história das madrinhas e padrinhos de curso nem sempre funciona tão bem como parece.

A verdade é que supostamente é alguém que marca o nosso percurso académico. Alguém por quem sentimos realmente algum carinho, no mínimo uma certa ligação.

Mas o que acontece frequentemente é a escolha ser demasiado cedo, demasiado precipitada. É a ânsia de experimentar. E mais tarde, materializa-mos noutra pessoa aquilo que deveríamos sentir pelo tal que oficialmente detém o título.

Eu, e muito felizmente, não me posso queixar. Nada.

Conheci a minha madrinha ainda muito recém-chegada. Sentia-me pequenina num mundo enorme que tinha à minha frente, ainda tanto por descobrir.
Recordo, agora, que a primeira impressão que me deixou foi a de "uma rapariga levemente simpática e cheia de tiques fófis".

É verdade (desculpa madrinha).
Nem simpatizei particularmente com ela, e por isso devo desde já dizer-vos que não acredito em primeiras impressões. Mais um vício.

Mas um ano depois, a indiferença e a leve empatia tornaram-se em algo muito maior. Sei que não a perderei de vista, por mais longe que estejamos. Sei que foi ela que fez de mim grande parte daquilo que sou hoje (e isto não é para ser bonito, é a verdade).

Sei que o "tudo bem?" não é ocasional e o "gosto muito de ti" é verdadeiro.

E um dia, quando tudo for diferente, sei que continuarei a ouvir.

- E são dois almendrados, por favor.